terça-feira, 7 de janeiro de 2014

SELVAGEM


Por, Saulo H. S. Silva

{Tela "A abdução" (1867)  do artista plástico francês
Paul Cézanne (1838-1906)} 
Definitivamente, não sou afeito aos laços
Nem a nada que prende e limita a novidade
Afinal, o que sempre me atrai são os sonhos
A continuidade da criação, da possibilidade...

Nem por isso, baby, me chame de valdevinos
Porque a liberdade não tem preço ou idade
E seus amigos são demasiadamente perigosos,
Aceitar esse jogo e para jogador com maturidade!

Nem por isso, me compare a embustes e fariseus,
Tu me conheces desde o dia que acenei o chapéu
E lhe revelei o caminho mais curto do chão aos céus!

Portanto, os riscos e contratempos são todos teus.
Na adversidade, eu somente recolho o chambre
                   E sigo à vontade o livre arbítrio dos passos meus.
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