sexta-feira, 9 de setembro de 2011

“DEUS, QUE SERÁ DE TI QUANDO EU MORRER?”




Por Saulo H S Silva





Como já questionava o poeta de Praga:
“Deus, que será de ti, quando eu morrer?”
De fato, essa é uma questão tão delicada
Que o entendimento vulgar nunca irá conceber.


Mas, afinal quando morrer que será de meu Deus,
Quem derramará sangue e fará guerras acontecer?
E os cultos, as doutrinas, as liturgias, essas fantasias
.... Que tanto lhe agrada, quem irá oferecer?

Oh! Deus, eu tenho tanto medo que tu morras comigo,
Que sejas enterrado na mesma cova que meu corpo caber.
Afinal, como tu perpetuaras nessa existência sem o Homem?
Aquele que reza como um ignaro medroso sem a ti conhecer!  

Deus, meu Deus! Andei usando a minha razão esses dias
E, de repente, um grande vazio tomou o meu desprezível ser.
Suei frio, chorei, porque percebi que sem mim jamais existirias
Fora eu quem te criei, tu brotaste de mim, comigo irás morrer!

4 comentários:

Anônimo disse...

Mas pela tua graça óh Deus,
Nosso espírito não depende da nossa fé
Não sua existência, mas sua eternidade
E com amor esperas o que te virou a face.
Pois um dia, todos verão a Tua face e se prostrarão ante Tua presença,
Esta que vai além de toda forma de existência
Existência que nada se assemelha a esta percebida por esse putrefato e tão limitado órgão que tanto presam os sábios pensadores.
cérebro.

Anônimo disse...

Faltou o AMÉM!
rs

Fábio Glins disse...

ser cristão é assinar o atestado de burrice, é o que o nosso colega cristão disse no seu comentário, é achar que o cérebro é um órgão inútil, putrefato e limitado, e portanto deixar de usa-lo... Acreditar em um deus é jogar sua inteligência no lixo !

Magaiver Welington disse...

concordo com o comentário do Fábio Glins