sábado, 9 de julho de 2011

URBE MUTANTE


Oh! Urbe mutante,
Quem melhor revela tua inconstância?
Ei-me aqui, eis teu Poeta:
Mutante como tu, misturado a ti.

Mutante a cidade.
O clima, as ruas,
Os prédios, as pessoas...
Ei-me, cidade cambiante.

Olho-te e vejo a mim mesmo
E vendo-me, reconheço-te como alvo.
Por isso, meu discurso tem a ti como tema,
Tuas cores, teus sotaques, teu povo.

Urbe, escuta a voz de sua História,
É o discurso que anseias e de que necessitas,
A voz consciente, sua síntese discursiva.

Oh! Urbe querida
Ouve teu poeta,
Mesmo quando te critica!

(Por, Saulo Henrique Souza Silva)

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